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quarta-feira, 7 de março de 2018

Visita de estudo à ALGAR - Portimão



Os alunos das turmas do 12º N1 e N2 de Química e de Física visitaram, no dia 1 de março, as instalações da ALGAR de Portimão, acompanhados pela professora Conceição Ferreira, professora de Química e professor Luís Gariso, professor de Física.

A receção foi feita por um Engenheiro Químico, o anfitrião de toda a visita, tendo transmitido várias informações e curiosidades que despertaram o interesse de todos os alunos.

O autocarro percorreu parte das instalações e desde logo a atenção dos alunos ficou presa aos dantescos aterros sanitários, identificadas como células, por onde vagueavam cães, voavam aves e mais um número vastos de animais, denotando que a fauna ali existente era diversificada.

O 1º teste foi colocar as embalagens levadas pelos alunos nos respetivos ecopontos. Todos, sem exceção, passaram no teste.

O guia, com muito conhecimento, referiu um pouco da história da ALGAR, ficam aqui alguns exemplos...
1998 - Inauguração das instalações do Aterro Sanitário do Barlavento, Encerramento das 22 lixeiras existentes a céu aberto. Entrada em funcionamento da atividade de Recolha Seletiva.
1999 - Entrada em funcionamento da Unidade de Triagem do Barlavento.
2000 - Entrada em funcionamento do Ecocentro de Portimão.
2005 - Entrada em funcionamento da Unidade de Aproveitamento Energético do Biogás, no Aterro Sanitário do Barlavento
2007 - Entrada em funcionamento dos Centros de Receção de Resíduos de Equipamentos Elétricos e Eletrónicos no Aterro Sanitário do Barlavento.
2010 - Entrada em funcionamento do Sistema de Triagem Automática do Barlavento; Construção da Célula C do Aterro Sanitário do Barlavento;
2011 - Demolição do Centro Integrado de Tratamento de Resíduos Volumosos, ambos localizados no Aterro Sanitário do Barlavento; Selagem da Célula B e arranque do sistema de captação do Biogás no Aterro Sanitário do Barlavento.
2012 - Construção da cobertura da Lagoa de Retenção de Águas Lixiviantes, no Aterro Sanitário do Barlavento.
2014 - Construção da Unidade de Tratamento Mecânico de Resíduos Sólidos Urbanos do Aterro Sanitário do Barlavento.

A visita prosseguiu pela área da seleção do lixo reciclado. É impressionante como, onde supostamente deveria aparecer plásticos, surgem outros materiais como vidro, papel e fraldas. E onde deveria estar o vidro, aparece imenso plástico… conclusão, as pessoas andam todas muito distraídas no que respeita à separação do lixo, ou então a população apresenta problemas de visão, pois não consegue  identificar eficazmente as cores azul, verde e amarelo… os municípios deveriam fazer mais rastreios de visão!…😜

Em relação aos plásticos, a ideia de que nem todos podem ser reciclados, ou melhor, nem todos são reciclados porque não têm valor comercial, foi explicada e surgiram as designações de PET, PVC,... que para que não sabe significa:
Sabia que a marca - quechua - utiliza como matéria prima o plástico reciclado na produção das suas peças?





























Fontes: http://www.algar.com.pt/
https://www.google.pt/search?q=ecopontos+cores

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Reciclagem de pilhas e baterias

A reciclagem de pilhas e baterias é extremamente importante para o meio ambiente, pois esse tipo de material contém metais pesados no seu interior.
A cada ano, são fabricadas cerca de 800 milhões de unidades de pilhas ao redor do mundo.
As pilhas, quando descartadas de maneira inadequada, não se degradam no meio ambiente e causam prejuízos à saúde humana e à natureza.

A reciclagem de pilhas e baterias tem essencialmente duas vantagens:
- A primeira tem que ver com o facto de só se poder reciclar aquilo que é recolhido seletivamente. Logo, ao incentivar-se a recolha seletiva estamos a diminuir significativamente o risco de deposição descontrolada das pilhas e acumuladores usados, e a prevenir a possível poluição que daí pode advir.

- A segunda vantagem é a da sustentabilidade. Reciclar significa recapturar materiais (no caso das pilhas, Manganês, Zinco, Aço e Carbono), que voltam a ser usados em processos produtivos, sem que seja necessário retirá-los da natureza (diminuindo por exemplo a necessidade de recorrer à exploração mineira para a obtenção dos mesmos). Na prática, reciclar significa não gastar tão depressa as reservas daquilo que é para nós precioso. 


O cidadão desempenha um papel fulcral no sucesso de todo sistema ao depositar as suas pilhas e baterias usadas, nos canais disponíveis de recolha seletiva, que são:
- Os Pilhões colocados pelas Autarquias, nos seus Ecopontos e Ecocentros

- Os Pilhões disponíveis nos Hiper e Supermercados, Retalhistas e outras Entidades (Ecoparceiros).


Sem a tua colaboração na recolha seletiva não é possível separar as pilhas e acumuladores do restante lixo, não havendo nada para reciclar!

O grupo de trabalho:
Beatriz Neto n.º 3 12º N2
Filipa Cabano n.º 11 12º N2
Susana Mestre n.º 25 12º N2

sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Reciclagem de metais

A reciclagem de alumínio não degrada a sua estrutura metálica, pelo que pode ser repetida inúmeras vezes. Neste processo, o alumínio recolhido é separado de impurezas, compactado, fundido e moldado.
Fonte: http://connectassessoria.com.br/icms-rs-apropriacao-de-credito-presumido-por-recicladores-gauchos-prorrogado-o-prazo/
  • Uma lata de bebida reciclada, economiza energia suficiente para manter uma televisão ligada durante 3 horas.
  • São necessárias 5 toneladas de bauxite e o consumo de 17.600 kw/h de energia, para obter apenas 1 tonelada de alumínio.
  • A reciclagem do alumínio é obtida por fusão onde a matéria prima é derretida em fornos giratórios que atingem os 700º C. 
  • Os resíduos de embalagens de alumínio, demoram cerca de um século até se degradarem por completo.

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Reciclagem do aço

A cada 75 embalagens de aço recicladas, economiza-se uma quantidade de carvão vegetal equivalente a uma árvore.