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domingo, 15 de abril de 2018

Preparação de soluções – REVELADOR e FIXADOR


O desafio lançado pela Professora Dilar Neves, responsável pelo Clube de Artes, para preparar as soluções necessária para revelar fotografias, foi realizado. Aqui ficam os procedimentos:

REVELADOR PARODINAL – UNIVERSAL PARA MATERIAIS PRETO E BRANCO
Preparação de 250 ml de Parodinal concentrado
Reagentes
 - Paracetamol (C8H9NO2);
- Sulfito de sódio (Na2SO3);
- Hidróxido de sódio (NaOH);
- Água destilada (H2O).
Procedimento
Reduzir completamente a pó 30 comprimidos de paracetamol e depois dissolver em 150 ml de água. (Algum resíduo pode-se depositar no fundo do frasco, mas isso não afeta a eficiência do revelador.)
Adicionar 50 g de sulfito de sódio e agitar até a completa diluição.
Adicionar à solução 20 g de hidróxido de sódio e misturar tudo com uma vareta de vidro.
Completar com mais 50 ml de água fria e deixe repousar durante 48 horas.
Guardar a solução num frasco ambar ao abrigo da luz.






Fixador para Papéis Fotográficos
Reagentes
- Tiossulfato de sódio pentahidratado (Na₂O₃S₂.5 H₂O)
- Sulfito de sódio (Na2SO3);
- Metabissulfito de sódio (Na2S2O5)
Procedimento
Dissolver em 500 ml de água morna, 240 gramas de tiossulfato de sódio pentahidratado (na forma anidra, 152 gramas).
Adicionar 10 g de sulfito de sódio e agitar até a completa dissolução.
Juntar 22 g de metabissulfito de sódio e completar com água até o volume de 1 l.
Esse fixador pode ser guardado sem uso por, aproximadamente, 3 meses.


Agora aguardamos pelas fotografias!

terça-feira, 30 de janeiro de 2018

Atividade Laboratorial 1.5:


Actividade Laboratorial 1.5: A cor e a composição quantitativa de soluções com iões metálicos

Como determinar a concentração de uma solução corada pela intensidade da sua cor?
Como se podem determinar concentrações de ferro numa amostra de água?

No âmbito da disciplina de química, na passada semana, realizamos uma experiência com o objetivo de determinar as concentrações de ferro de amostras de águas de dois furos do concelho.
Então vamos lá começar! Primeiro que tudo, usamos este material:



Procedimento:

Parte A - Preparação das soluções

Preparar as soluções-padrão de cloreto de hidroxilamina, de acetato de sódio, de ortofenantrolina 1:10 e de ferro (sal de Mohr), de acordo com os dados da tabela seguinte:



O nosso grupo ficou responsável pela preparação da solução de cloreto de hidroxilamina.

·        Pesamos 5.0 g de hidroxilamina: 

·         Preparamos o resto da solução:






·         Preparação das outras soluções:


Parte B - Preparação das soluções-padrão e da solução-problema




Preparar soluções de Bo a B5 em balões de 50 ml de acordo com as informações da tabela seguinte:

① Colocar a solução-padrão em cada balão de B1 a B5 e a amostra de água férrea (solução-problema) num gobelé de 20 mL.

Nos balões de B1 a B5

② Adicionar, em seguida, em cada balão, a solução de ácido sulfúrico- (antes das restantes soluções);
 
③ Adicionar, por exemplo, peça ordem da tabela (parte B), os restantes componentes em cada balão:

④ Agitar e deixar repousar, aproximadamente, 15 min.









Soluções de B0 a B5

No gobelé de 20 mL:

Adicionar, em seguida, as soluções de ácido sulfúrico e de cloreto de hidroxilamina;

Aquecer em banho-maria, aproximadamente, 20 min;

Adicionar as soluções de acetato de sódio e de ortofenantrolina 1:10;

Deixar reagir cerca de 10 min:

Depois de arrefecer, transferir cuidadosamente o conteúdo do gobelé para o balão volumétrico e adicionar a água destilada.

Repetir os passos 2 a 4 para um só balão de 50 ml (B7). Dissolver mais 2,0 g de sal de Mohr e adicionar a solução-padrão até à marca (cerca de 22 ml).

Amostra das duas águas


Soluções das duas águas



Parte C - Preparação do espetrofotómetro

Selecionar no espetrofotómetro o comprimento de onda de 510 nm.

Deve usar-se sempre o mesmo espetrofotómetro em todas as medições e a mesma cuvete (entre uma leitura e outra deve lavar-se com água destilada secar com papel absorvente).

Medir os valores das absorvências (A) para cada uma das soluções preparadas recolhidas nos balões na sequência de Bo a B6 (da mais diluída para a mais concentrada).   



 Resultados

Soluções nos balões
B0
B1
B2
B3
B4
B5
B6 (x)
B6 (y)
C (mg dm-3)
0
1,10
2.20
3,30
4,40
5,50
?
?
Absorvância (A)
0,019
0,284
0,529
0,765
0,802
1,233
0,037
0,120

Cálculos:
Inserimos os valores na calculadora gráfica e desenhamos o gráfico. Obtivemos a seguinte equação do gráfico:

A= 0,0439047619C

Para o balão B6 (X):
0,037= 0,0439047619C → C= 0,0843 mg/dm3

Para o balão B6 (y):
0,120= 0,0439047619C → C= 0,2733 mg/dm3

Segundo a legislação: DL/2007 de 27 de Agosto uma determina amostra de água é adequada para consumo em níveis de ferro se possuir no máximo 0,2 mg/L de concentração do mesmo. Então, concluímos que a amostra da água do furo B6 (X) está dentro dos níveis legais de consumo de ferro. Enquanto a amostra da água do furo B6 (Y) não, uma vez que ultrapassou os níveis estabelecidos pela Lei.
  Ana Tomesco, Inês Agostinho, Marta Faustino 

domingo, 19 de novembro de 2017

Aula laboratorial - Construção de uma pilha com determinada diferença de potencial

Construção da pilha de Daniell
1. Colocar 80 mL de solução de CuSO4.5H2O, c=1,0 mol/L, num gobelé e 80 mL solução de ZnSO4·7H2O, c=1,0 mol/L, no outro gobelé.

2. Para a preparação da ponte salina, colocar a solução de KCl no tubo de vidro.

3. Colocar algodão embebido na solução de KCl nas extremidades do tubo de vidro.

4. Introduzir uma extremidade da ponte salina no gobelé que contém a solução de CuSO4.5H2O e a outra extremidade no gobelé que contém a solução de ZnSO4·7H2O.

5. Lixar cuidadosamente as lâminas de zinco e cobre, removendo impurezas e óxidos das suas superfícies.

6. Lavar as lâminas com água destilada e colocar a lâmina de cobre no copo com a solução de sulfato de cobre (II). Colocar a lâmina de zinco no copo que contém a solução de sulfato de zinco.

7.  Colocar um fio com o crocodilo na lâmina de zinco e outro na lâmina de cobre.

8. Ligar cada um dos fios ao voltímetro.

9. Esperar algum tempo e registar a leitura efetuada no voltímetro.

10. Registar a temperatura das soluções em cada copo.

11. Repetir todas as etapas do procedimento utilizando uma solução de ZnSO4·7H2O de c=0,5 mol/L.



Sem a ponte salina é impossível medir-se a diferença de potencial! 

A ponte salina tem duas funções: garantir o indispensável equilíbrio elétrico dentro de cada uma das soluções e fechar o circuito elétrico.
Como podemos ver no vídeo, quando se retira a ponte salina, o voltímetro deixa de marcar uma diferença de potencial no mostrador, ou seja, deixa de passar corrente elétrica. 

O grupo de trabalho:
Beatriz Neto n.º 3 12º N2
Filipa Cabano n.º 11 12º N2
Susana Mestre n.º 25 12º N2

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Atividade laboratorial - Construção de uma pilha com determinada diferença de potencial elétrico

Preparação de soluções: 

  • 200 mL de CuSO4·5H2O, c=1,0 mol/dm3   R: 22-36/38  S: 2-22
  • 250 mL de ZnSO4·7H2O, c= 1,0 mol/dm3   S: 2/15-16
  • 250 mL de ZnSO4·7H2O, c=0,5 mol/dm3    S: 2/15-16
  • 100 mL de KCl,  c= 1,0 mol/dm3    S:2

Preparação de 200 mL de uma solução aquosa de sulfato de cobre (II) com concentração 1,0 mol/dm3

1. Medir 49,94 g de CuSO4.5H2O para um gobelé de 200 cm3 com o auxílio de uma espátula, usando uma balança digital. Registe o valor medido.

2. Dissolver todo o soluto usando parte do solvente e agitando com uma vareta de vidro.



3. Verter a solução para o balão volumétrico de 200 mL com o auxílio de um funil, lavando o copo, a vareta de vidro e o funil com solvente, para arrastar todo o soluto.



4. Adicionar água destilada até à marca.

5. Tapar e homogeneizar a solução.

6. Enxaguar um frasco com água destilada.

7. Enxaguar o mesmo frasco 3 vezes com pequena porções da solução preparada, rejeitando a solução de enxaguamento.

8. Verter a restante solução para dento do frasco e rotular com as seguintes indicações:
- Identificação da solução com respetiva concentração.
- Informação de segurança.
- Data.
- Identificação do grupo


Preparação de 250 mL de uma solução aquosa de Sulfato de Zinco com concentração 1,0 mol/dm3

1. Medir 71,89 g de ZnSO4·7H2O para um gobelé de 200 cm3 com o auxílio de uma espátula, usando uma balança digital. Registe o valor medido.

2. Verter o sulfato de zinco para o balão volumétrico de 250 mL com o auxílio de um funil, lavando o copo e o funil com solvente, para arrastar todo o soluto.

3. Adicionar água destilada até à marca.

4. Tapar e homogeneizar a solução.

5. Enxaguar um frasco com água destilada.

6. Enxaguar o mesmo frasco 3 vezes com pequena porções da solução preparada, rejeitando a solução de enxaguamento.

7. Verter a restante solução para dento do frasco e rotular com as seguintes indicações:
- Identificação da solução com respetiva concentração.
- Informação de segurança.
- Data.
- Identificação do grupo


Preparação de 250 mL de uma solução aquosa de Sulfato de Zinco com concentração 0,5 mol/dm3

1. Medir 35,95 g de ZnSO4·7H2O para um gobelé de 200 cm3 com o auxílio de uma espátula, usando uma balança digital. Registe o valor medido.

2. Verter o sulfato de zinco para o balão volumétrico de 250 mL com o auxílio de um funil, lavando o copo e o funil com solvente, para arrastar todo o soluto.

3. Adicionar água destilada até à marca.


4. Tapar e homogeneizar a solução.

5. Enxaguar um frasco com água destilada.

6. Enxaguar o mesmo frasco 3 vezes com pequena porções da solução preparada, rejeitando a solução de enxaguamento.

7. Verter a restante solução para dento do frasco e rotular com as seguintes indicações:
- Identificação da solução com respetiva concentração.
- Informação de segurança.
- Data.
- Identificação do grupo



A professora de química solicitou que preparássemos a solução que serviria para a ponte salina, utilizando uma balança analítica, para que praticássemos a técnica, embora para a atividade laboratorial que vamos realizar não fosse necessário.

Balança Analítica tem seu uso mais restrito, usualmente apresentam o prato para colocação de amostras protegido por portas de vidro corrediças, porque leves ou imperceptíveis correntes de ar podem levar instabilidade ao valor lido (conforme foi exemplificado pela professora) ou até induzir a um grande erro de leitura. Devido à necessidade de extrema precisão das medidas efetuadas, as balanças analíticas devem ter salas específicas para sua manipulação, com condições ambientais controladas (temperatura, humidade), bem como observadas as condições da rede elétrica de fornecer uma diferença de potencial dentro dos limites de tolerância especificados no manual de cada modelo.


Preparação de 100 mL de uma solução aquosa de Cloreto de Potássio com concentração 1,0 mol/dm

1. Medir 7,455 g de KCl para um vidro de relógio com o auxílio de uma espátula, usando uma balança analítica. Registe o valor medido.

2. Verter o cloreto de potássio para o balão volumétrico de 100 mL com o auxílio de um funil, lavando o vidro de relógio e o funil com solvente, para arrastar todo o soluto.



3. Adicionar água destilada até à marca.


4. Tapar e homogeneizar a solução.

5. Enxaguar um frasco com água destilada.

6. Enxaguar o mesmo frasco 3 vezes com pequena porções da solução preparada, rejeitando a solução de enxaguamento.

7. Verter a restante solução para dento do frasco e rotular com as seguintes indicações:
- Identificação da solução com respetiva concentração.
- Informação de segurança.
- Data.
- Identificação do grupo


Brevemente apresentaremos a construção da pilha de Daniell onde iremos utilizar estas soluções!

O grupo de trabalho:
Beatriz Neto n.º 3 12º N2
Filipa Cabano n.º 11 12º N2
Susana Mestre n.º 25 12º N2