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domingo, 22 de abril de 2018

A química da tatuagem


        Alguma vez se perguntaram que tipo de substâncias são colocadas no nosso corpo quando fazemos uma tatuagem? Se sim, é agora o momento em que ficarão a saber a resposta.
            Desde há mais de 5 mil anos que as tatuagens existem e estas têm vindo a evoluir desde então, tanto que o seu uso, atualmente, tem se intensificado, basta olharmos à nossa volta que nos apercebemos desta realidade.
            A técnica utilizada nas tatuagens permanentes consiste em introduzir na derme com o auxílio de agulhas, pigmentos que ficam retidos nas células da pele. Esses pigmentos são insolúveis em água veiculados com dióxido de titânio (TiO2). Por serem insolúveis, estes componentes permanecem em estado sólido na derme – camada profunda da pele – não sendo removidos pelos nossos sistemas de defesa.
Demonstração da introdução dos pigmentos na derme

        Originalmente, estes pigmentos consistiam de misturas de carvão – no caso da tinta preta – ou de sais inorgânicos principalmente de metais pesados como mercúrio (Hg), prata (Ag) e chumbo (Pb) – no caso das coloridas. A descoberta da toxicidade destes compostos fez a indústria de tintas buscar outros pigmentos que pudessem ser utilizados com o mesmo resultado.

Atualmente, os pigmentos usados são sais de alguns elementos de transição. Porquê de elementos de transição? Os elementos de transição possuem a propriedade de formar compostos coloridos, devido à presença de orbitais d degeneradas, ou seja, parcialmente preenchidas, que permitem transições eletrónicas, responsáveis pela emissão de radiações na região do visível. Assim, foi possível criar as tatuagens coloridas. Os compostos dos elementos que apresentam todos as orbitais preenchidas (Zn, Cd e Hg), normalmente, não são coloridos. 





Os pigmentos mais comuns e suas cores específicas estão relacionados abaixo:

   Pigmento                                                                               Cor
·         Sulfeto de Mercúrio ......................................................   Preto
·         Carbono (carvão)    .......................................................   Preto
·         Sais de cádmio        .......................................................   Amarelo ou vermelho
·         Sais de crómio         .......................................................  Verde
·         Sais de ferro            .......................................................   Castanho, rosa e amarelo
·         Óxido de titânio   .........................................................    Branco
·         Sais de cobalto    ...........................................................   Azul

Cátia Costa nº 7
Melissa Almeida nº 20
Sara Silva nº 26
12º N1

Fontes:
https://petquim.wordpress.com/2014/08/07/tatuagens-sob-o-ponto-de-vista-quimico/
http://www.aquimicadascoisas.org/?episodio=a-qu%C3%ADmica-das-tatuagens
https://www.pinterest.pt/pin/293437731960642971/
http://periodictable86.blogspot.pt/2014/04/transition-elements_24.html



quinta-feira, 19 de abril de 2018

Sono após o almoço? Há uma explicação ....


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Por que será que após as refeições, principalmente depois do almoço, costumamos sentir sonolência?

Um dos fatores que levam a essa sonolência é a quantidade de vezes que mastigamos os alimentos durante as refeições.
A Química Cinética é o ramo da Química que estuda a velocidade das reações e afirma que um dos fatores que influenciam a velocidade de uma reação – como a reação de digestão – é a superfície de contato. Quanto maior a superfície de contato, maior será a rapidez com que a reação ocorre.
De tal modo, quanto mais mastigamos, mais os alimentos são triturados e, assim, aumentamos a superfície de contato deles. Dessa forma, aumenta-se a rapidez da reação e a digestão ocorrerá com maior facilidade.
No entanto, se não triturarmos muito bem os alimentos antes de ingeri-los, a reação de digestão será mais lenta, pois será necessário mais suco gástrico para decompor o alimento. O principal constituinte do suco gástrico é o ácido clorídrico (HCl) e para aumentar a sua produção é necessário retirar iões H+ do sangue. É a retirada de iões  Hdo sangue que provoca a chamada sonolência após as refeições.
Além disso, após a digestão gera-se muito bicarbonato de sódio, que diminui a atividade de alerta do cérebro. Esse sono é denominado cientificamente  por alcalose(é um termo clínico que indica um transtorno no qual há um aumento na alcalinidade dos fluidos corporais) pós-prandial, isto é, pós-refeição.
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Fig.3: Esqueleto humano
Por esse e por outros fatores que visam à manutenção de uma boa saúde, os médicos, dentistas e nutricionistas recomendam que os alimentos sejam muito bem mastigados. Alguns macrobióticos aconselham a que se mastigue 100 vezes a comida a cada “garfada”.
Outros fatores que causam a sonolência é a falta de oxigenação no cérebro, uma vez que o sangue fica concentrado na área do aparelho digestivo; assim, a quantidade de oxigénio que chega ao cérebro diminui e sua atividade também, além de diminuir a irrigação do sistema nervoso,diminui a capacidade de concentração e a força dos músculos.
Além disso, o consumo de alimentos ricos em açúcar aumenta a concentração de glicose no sangue, que também deixa o cérebro menos alerta.

Cátia Costa,nº7
Melissa Almeida,nº20
Sara Silva,nº26
12ºN1

Hiperligações: https://alunosonline.uol.com.br/quimica/sono-apos-almoco.html

terça-feira, 17 de abril de 2018

Novo ataque químico na Síria




O ataque químico ocorreu no sábado, dia 8 de abril, e atingiu a cidade de Duma, em Guta Oriental, na Síria. De acordo com a OMS, pelo menos 500 pessoas foram afetadas e dezenas morreram, 49 mortos cita um comunicado conjunto divulgado pela Sociedade Médica Sírio-Americana (SAMS, na sigla em inglês) e a Defesa Civil síria (ONG, mais conhecida como Capacetes Brancos).
A ação foi atribuída pelo grupo rebelde sírio Jaish al-Islam ao regime de Bashar Al-Assad. Também os EUA, a França e o Reino Unido acusam o governo sírio de ser o responsável pelo ataque, o que Assad e a aliada Rússia negam.
justoSegundo a BBC, o ataque ocorreu por meio de uma suposta bomba-barril disparada por um helicóptero e contendo gás Sarín, um agente tóxico que afeta o sistema nervoso. Esta afirmação é corroborada por uma porta-voz da Union of Medical Relief Organizations, ONG americana que atua em hospitais sírios, que afirmou que há relatos de pessoas com convulsões e boca espumando, sintomas consistentes com a exposição a gás nervoso. 
Já não é a primeira vez que este gás é usado na Síria, há um ano, em 2017, também foi utilizado num ataque químico na província de Idlib e em 2013 em Ghouta, que deixou entre 350 e 1.500 mortos, denunciaram organismos internacionais.  

Gás Sarin


·                           O que é?
justo
           O gás Sarín é um gás altamente tóxico, pertencente ao grupo dos organofosforados, cuja fórmula molecular é C4H10PFO2. Esse gás é encontrado na forma líquida, como um líquido claro, incolor e insípido, ou em vapor, que possui um odor adocicado. O seu ponto de fusão é de -57°C, o ponto de ebulição de 147°C e a densidade 1,089 g/mL. A sua ação depende do pH do meio onde ele se encontra, ou seja, em pH ácido, entre 2 e 8 esse gás é altamente potente. Assim, pode-se neutralizar os seus efeitos utilizando soluções alcalinas de carbonato de sódio (Na2CO3), de hidróxido de sódio (NaOH) ou de hidróxido de potássio (KOH).
justo
Estrutura química do gás Sarín
Foi descoberto acidentalmente em 1936 por Gerhard Scharader, químico alemão, durante uma síntese de defensivos agrícolas.  O gás Sarín fez parte de uma classe de armas químicas desenvolvidas durante a Segunda Guerra Mundial.
Por ser um gás perigoso não há divulgação de sua síntese, pois, se isso acontecer poderá ser fabricado e utilizado de forma inadequada.

·                            Como atua?
Quando entra no organismo, através dos olhos, da pele, e também pela ingestão ou inalação, este atua no sistema nervoso central impedindo o funcionamento da enzima acetilcolinesterase, enzima responsável por evitar a acumulação de acetilcolina, um neurotransmissor que transmite impulsos nervosos ao organismo (ação essencial na comunicação entre neurónios).
Assim, o gás Sarín ao inibir a ação da enzima acetilcolinesterase, vai provocar a acumulação da acetilcolina no organismo, que em excesso faz com que os neurónios morram em poucos segundos após a exposição, um processo que normalmente demora vários anos. Em concentrações de 200 mg de sarín/m³, age muito rápido no organismo causando a morte em poucos minutos. Por isso, o tratamento com um antídoto deve ser feito o mais rápido possível, para diminuir o risco de morte.


·                           Quais os seus sintomas?
     Coriza (inflamação das fossas nasais, que é caracterizada por um corrimento nasal) e olhos aguados;
        Pupilas pequenas e contraídas;
        Dor nos olhos e visão turva;
        Excesso de transpiração;
        Sensação de aperto no peito e tosse;
        Náuseas, vómitos e diarreia;
        Dor de cabeça, tonturas ou confusão;
        Fraqueza em todo o corpo;
        Alteração do batimento cardíaco.
Estes sintomas podem surgir em poucos segundos após respirar o gás Sarin ou em alguns minutos ou horas, se o contato acontecer pela pele ou pela ingestão da substância na água, por exemplo.
Nos casos mais graves, em que existe um contato muito prolongado, podem surgir efeitos mais intensos como desmaio, convulsões, paralisia ou parada respiratória.

·                           O que fazer em caso de exposição?
Quando existe uma suspeita de se ter entrado em contato com o gás Sarín ou existe risco de estar em um local afetado por um ataque com este gás, é aconselhado sair o mais rapidamente da área e ir imediatamente para um local com ar fresco. Se possível, deve-se preferir um local alto, pois o gás Sarín é pesado e apresenta tendência para ficar mais perto do solo.
justoTambém é recomendado retirar toda a roupa, devendo-se cortar camisetas, uma vez que passá-las por cima da cabeça, aumenta o risco de respirar a substância. Além disso, deve-se lavar todo o corpo com água e sabão e passar água nos olhos durante 10 a 15 minutos. Nunca fazer respiração boca a boca na vítima. Depois destes cuidados, deve-se ir rapidamente ao hospital ou chamar ajuda médica.


·                           Qual é o tratamento?
O tratamento deve ser iniciado o mais rápido possível e pode ser feito com o uso de dois remédios que são um antídoto para a substância:
  • Prolidoxima: destrói a ligação do gás aos recetores nos neurónios, terminando sua ação.
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    Estrutura química da prolidoxima
  • Atropina: impede que a acetilcolina em excesso se ligue aos recetores dos neurónios, contrariando o efeito do gás.

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Estrutura química da atropina
Estes dois medicamentos podem ser dados no hospital diretamente na veia e, por isso, é que, caso exista suspeita de exposição ao gás Sarin, é aconselhado ir imediatamente ao hospital.

·                          Por que é difícil provar a utilização do seu uso?
De acordo com a especialista em biossegurança Sean Kaufman, do Centro da Universidade de Emory, a sua capacidade de se dispersar rapidamente torna difícil a deteção do gás. Para se obter uma boa evidência de que o gás Sarín foi utilizado, os investigadores precisam de estar no local, colher amostras de sangue ou de cabelo diretamente das áreas afetadas pelo agente químico.
                     Infelizmente, este gás está na mão de pessoas com más intenções, que o utilizam como arma química, acabando por matar e prejudicar a saúde de muitas pessoas que que nem sequer estão envolvidas na guerra. Esta é uma realidade horrível dos dias de hoje e é por isso que estar informado sobre esta gás, já causador de tantas mortes, é tão importante.

Cátia Costa nº 7
Melissa Almeida nº 20
Sara Silva nº 26
12º N1

Fontes:
https://www.infoescola.com/compostos-quimicos/gas-sarin/
https://g1.globo.com/mundo/noticia/ataque-quimico-na-siria-deixa-dezenas-de-mortos-dizem-ongs-governo-assad-nega-autoria.ghtml
 https://www.tuasaude.com/efeitos-do-gas-sarin/
https://g1.globo.com/mundo/noticia/oms-diz-que-500-pessoas-apresentaram-sintomas-de-um-ataque-quimico-em-guta-na-siria.ghtml
https://oglobo.globo.com/mundo/ataque-quimico-na-siria-que-o-gas-sarin-21170440
http://www.intertox.com.br/arma-quimica-sarin

sábado, 14 de abril de 2018

Após a morte somos tóxicos?

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  • Morrer é uma parte natural do ciclo da vida. A morte inicia um processo complexo pelo qual o corpo humano retorna gradualmente ao pó, por assim dizer. Na linguagem da análise forense, a decomposição transforma as estruturas biológicas em blocos de construção orgânicos e inorgânicos simples que as plantas e os animais podem usar.

Assim que uma pessoa morre e pára de respirar, as células do corpo deixam de receber oxigénio, porém as estruturas continuam vivas produzindo dióxido de carbono por alguns minutos. O CO2 atinge as células que, por sua vez, libertam enzimas que começam a digerir as células de dentro para fora. Esse processo dá origem a um líquido rico em nutrientes.
Após uma semana, esses nutrientes servem de alimento para uma enorme quantidade de bactérias e fungos que liquefazem os órgãos e músculos do cadáver. E é a partir daí que começamos a transformarmo-nos numa verdadeira fábrica de substâncias tóxicas.
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Fig.2 : Utilização do freon 
Os micro-organismos que atacam os tecidos são capazes de produzir mais de 400 compostos químicos, muitos deles gases. Entre eles está o freon, que é o gás usado na refrigeração de frigoríficos, sendo a base dos clorofluorcarbonetos (CFC's); o benzeno, um poderoso composto encontrado na gasolina; o enxofre, que tem um cheiro incómodo e bastante característico e o tetracloreto de carbono, que era usado em extintores de incêndio e lavagens a seco até os cientistas descobrirem que se tratava de uma substância extremamente tóxica.
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Fig.3: Utilização do benzeno




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Fig.5: Fórmula de estrutura do tetracloreto de carbono 

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Fig.4: Fórmula de estrutura do benzeno 

Nesse ponto da decomposição, a pequena quantidade de tecido que ainda resta no corpo é consumida por insetos, que deixam apenas os ossos para trás. Com o passar do tempo, a proteína presente nos ossos também se decompõe, resultando apenas em hidroxiapatita – um mineral ósseo que eventualmente se transforma em pó.
Apesar de tudo isto, talvez nos sirva de consolo saber que todos estes químicos e nutrientes servem para deixar o solo mais fértil e assim alimentar outras vidas que continuam depois da nossa ter chegado ao fim. 

Cátia Costa, nº7
Melissa Almeida, nº20
Sara Silva, nº26
Hiperligação: https://www.scientificamerican.com/article/dust-to-dust/?WT.mc_id=SA_sciamerican_meta

segunda-feira, 26 de março de 2018

Plantas mortíferas. Qual o seu perigo???

 Apesar do seu aspeto totalmente inofensivo há plantas altamente perigosas.
Mas ao que se deve o seu perigo?
 As substâncias que eles produzem!!
Assim, neste artigo vamos falar de 3 plantas que, apesar do aspecto comum, são altamente tóxicas.

 A trombeta dos anjos uma flor em forma de sino que parece muito bonita e completamente normal é, na realidade, venenosa.
 

 Comer a flor resultará em alucinações terríveis e, no pior caso, pode levar à  morte.
 Toda a extensão da planta é tóxica, por conter Alcaloides Tropânicos como, por exemplo: escopolamina e atropina.
 Por causa da sua beleza esta é muito utilizada como flor decorativa, especialmente na América. Por isso, ao passar por um jardim americano tenham cuidado com aquilo que cheiram.

 Outra planta com um aspeto muito enganador é a árvore do suicídio, cerbera odollam, porque a ingestão dos seus frutos (chamados de frutos pong-pong) mata em menos de 3h, devido á ação de um Glicosídeo Tóxico chamado cerberin.
Este acumula-se nos frutos da árvore fazendo com que come-los seja muito perigoso.

Fruto pong-pong
 Na europa não  é muito comum encontrar esta planta mas se forem há Índia poderão vê-la com muita facilidade.

 Por fim, a última planta há qual faremos referencia é a erva de São Cristóvãoactaea pachypoda, ou olho-de-boneca (este segundo nome deve-se ao seu interessante aspecto).

 Esta planta produz toxinas cardiogénicas que são acumulada principalmente nos frutos e que, ao atingirem o coração, provocam uma paragem cardíaca.
 Esta planta é nativa do leste da América do Norte.

Substâncias referidas, fórmulas químicas e a sua ação no organismo humano:  

A atropina e a escopolamina são 2 alucinogénios naturais que apresentam as seguintes caracteristicas:

Atropina
  • Fórmula química: C23H14NO3
  • Massa molar: 289,37g/mol
  • Ação no organismo humano: inibe a atividade das glândulas sudoríparas; aumenta o batimento cardíaco; provoca alucinações, tremores, fadiga e secura da pele entre outras reações mais graves
Fórmula de estrutura da atropina
Escopolamina
  • Fórmula química: C23H14NO4
  • Massa molar: 303,33g/mol
  • Ação no organismo humano: atua impedindo a passagem de determinados impulsos nervosos para o sistema nervoso central pela inibição da ação do neurotransmissor acetilcolina; atua também como anti-espasmóptico; pode provocar alucinações fortes, boca seca, dilatação das pupilas e rubor

Fórmula de estrutura da escopolamina 
 O cerberin, uma substância natural, é um glicosídeo  cardíaco  habitualmente utilizado no tratamento de doenças cardíacas mas que em quantidades elevadas é extremamente tóxico.

  • Fórmula  química: C32H48O9
  • Massa molar: 576,73g/mol
  • Ação no organismo humano: em quantidades elevadas provoca náuseas, vómitos, rápido/acentuado aumento da frequência cardíaca e uma forte dor abdominal, levando frequentemente à morte 
Fórmula de estrutura do cerberin

Gheorghe Marjineanu
Hugo Canteiro
Luana Placa
Medina Fistican
12°N1/N2

Fontes: https://pt.dreamstime.com/foto-de-stock-árvore-do-suicídio-ou-fruto-de-pong-pong-image57502535
https://www.google.pt/amp/m.megacurioso.com.br/amp/ciencia/106088-a-toxina-da-arvore-do-suicidio-e-considerada-a-arma-do-crime-perfeita.htm?source=images
https://www.safarigarden.com.br/muda-daa-flor-trombeta-de-anjo-brugmansia-suaveolens
https://www.google.pt/amp/m.megacurioso.com.br/amp/plantas-e-frutas/62072-descubra-quais-sao-as-11-plantas-mais-venosas-do-mundo.htm
https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Atropina
https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Escopolamina

Vícios e mais vícios. Cuidado com os vídeo jogos!!!


 Os primeiros jogos eletrónicos apareceram algures na década de 50.

 Desde ai, a sua evolução deu- se a olhos vistos, sendo que hoje em dia a quantidade e diversidade destes pode agradar ao gosto de qualquer um. Desde jogos para passar o tempo até competições internacionais.
 Os vídeo jogos tornaram-se em novas formas de comunicação e entretenimento.
 Mas quando é que esta diversão passa a ter efeitos nos cérebros daqueles que a disfrutam?
 De acordo com um artigo publicado pela revista Neurology Now, contacto excessivos com os vídeo jogos pode resultar em alterações benéficas ou não, na mente dos adolescentes.
 Estas possíveis alterações estão relacionadas com a produção de dopamina, um neurotransmissor ligado diretamente à dependência em jogos, o que inclui os jogos eletrónicos.
Fórmula de estrutura da dopamina
 Os vídeo jogos tem uma estrutura de recompensa semelhante à das slot machines: o jogador insiste em bater um recorde, matar um inimigo ou passar/subir de nível, sem saber nem quando, nem se vai conseguir atingir os esses objetivos.
 Isso faz que com que o cérebro produza mais dopamina - que funciona como estimulante - enquanto a pessoa joga, o que resulta numa menor produção desta noutras situações, causando um desequilíbrio.
 Este excesso de produção de dopamina mostra-se alto o suficiente para quase desativar o córtex pré-frontal (região do cérebro responsável pela toma de decisões, julgamentos e controlo).
 Assim, os jogadores perdem a noção do tempo e deixam de lado obrigações, como os estudos ou trabalho. Como esta região cerebral só está completamente formada quando a pessoa atinge os 25 a 30 anos, o excesso deste estimulante pode causar mudanças preocupantes nos jovens.

 No entanto, os vídeo jogos são ótimas ferramentas de aprendizagem, visto que estimulam certas habilidades do cérebro.  Como o ato de aprendizagem consiste na repetição de certas atividades por um período de tempo, jogar leva o cérebro a criar novas conexões nervosas ligadas à atividade especifica.
 Um bom exemplo são os jogos de estratégia, em que os jogadores tem de tomas decisões longo, médio e curto prazo em simultâneo, o que facilita, posteriormente, o mecanismo de tomada de decisões e realização de várias tarefas ao mesmo tempo.
 Não nos podemos esquecer que a chave de tudo é o equilíbrio, visto que na quantidade certa, os jogos de vídeo aumentam a eficiência do cérebro mas que em grandes quantidades pode causar danos tanto a nível físico como psicológicos e sociais ao jogador .

Hugo Canteiro
Gheorghe Marijineanu
Luana Placa
Medina Fistican 
12°N1/N2

Fontes: https://www.tecmundo.com.br/video-game-e-jogos/59562-video-games-viciam-cerebro.htm

https://blog.saraiva.com.br/saiba-como-montar-um-pc-gamer-ideal-para-voce/
http://tecnologia.culturamix.com/noticias/primeiros-videogames-do-mundo 
https://www.google.pt/amp/s/www.infoescola.com/bioquimica/dopamina/amp/?source=images