sábado, 9 de dezembro de 2017

Como um químico cumprimenta o outro?

R: Halo Génio!












Fonte: http://quimicaanormal.blogspot.pt/p/piadas-cretinas.html

Agora um pouco de química…

Os halogéneos flúor (9F), Cloro (35Cl), bromo (53Br), iodo (I) e astato (85At) são elementos químicos - não metais - que pertencem ao grupo 17 da tabela periódica e estão dispostos por essa ordem ao longo do grupo. São elementos representativos e pertencem ao bloco p. A primeira energia de ionização destes elementos químicos diminui de acordo com a sua posição no grupo, assim a F apresenta maior energia de ionização, mas no que diz respeito ao raio atómico quem ganha é o At. Apresentam elevadas afinidades eletrónicas, pois têm muita tendência para captar eletrões (são mais estáveis na forma de aniões).

       
            Grupo: Catarina Guerreiro 
                        Iúri Silva
                        Raquel Reis
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Como se criou o Google+?

R: O Google perdeu um eletrão!












Fonte: http://quimicaanormal.blogspot.pt/p/piadas-cretinas.html

Agora um pouco de química…

Os átomos são partículas eletricamente neutras, significa que o número de eletrões (-) é igual ao número de protões (+) (os protões e eletrões são partículas subatómicas). Quando o átomo perde um ou mais eletrões, verifica-se que a nova partícula apresenta cargas positivas a mais relativamente às cargas negativas, formando-se um catião (partícula que deixa de ser eletricamente neutra e passa a ser positiva).
Considerando o exemplo do átomo de sódio (Na)
A sua configuração eletrónica é:
11Na 1s2 2s2 2p6 3s1
Este átomo tem 11 eletrões e 11 protões e apresenta um eletrão de valência, por isso tem tendência para perder esse eletrão, adquirindo um configuração eletrónica semelhante à do Néon (Ne) (gás nobre).
Então, a nova partícula que se forma fica com a seguinte configuração eletrónica
11Na+ 1s2 2s2 2p6

O catião sódio (agora já é um ião) apresenta 10 eletrões e 11 protões.

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Fogo de artifício
Muito fogo de artifício criam faíscas de luz brilhantes através da queima de pólvora, um misto de carvão ou açúcar, nitrato de potássio e enxofre. O carvão é o combustível, o nitrato fornece o oxigénio e o enxofre mantém a reação estável. O estouro é o rebentamento do papel que embrulha a pólvora que se desfaz com os gases quentes.
As cores de um fogo de artifício provem da adição de vestígios de outros químicos à mistura.

A cor do fogo de artifício deve-se à emissão de luz como resultado da excitação e desexcitação de átomos de diversos elementos químicos.

Sais de Lítio (Li) - vermelho

Sais de cobre (Cu) - azul 


Sais de bário (Ba) - verde 


Um misto de compostos de estrôncio (Sr) e cobre (Cu) - violeta 



Fonte: Discovery Channel , "Descobre o Mundo Fantástico",2012 Imagine words, Lisboa.


Grupo: Catarina Guerreiro
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sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Navegando pela Tabela Periódica: Como utilizar os Halogéneos???

Os halogéneos são não metais muito reativos. Alguns são bastante perigosos, mas mesmo assim os químicos encontraram usos interessantes para eles. 


Bromo entediante 

No passado, os médicos recorriam aos compostos de bromo, chamados brometos para ajudar as pessoas a dormir. Durante muitos anos, a palavra "brometo" era sinónimo de enfadonho.

Iodo Clínico

Quando o iodo sólido é dissolvido em álcool, torna-se um poderoso antissético que pode ser usado para tratar ferimentos.
O iodeto de lítio é usado nas pilhas dos pacemakers- aparelhos minúsculos que ajudam a regular o batimento cardíaco. Os pacemakers são visíveis numa radiografia.

Sufocar com Cloro

O cloro é usado em quantidades cuidadosamente controladas para desinfetar piscinas e água potável.
O cloro puro em gás é tão venenoso que foi usado como arma na I Guerra Mundial. Os soldados tinham de se proteger dele usando máscaras de gás.
O que é isto da química?, por Alex Frith e Dra. Lisa Jane Gillespie



Catarina Guerreiro
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quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Resposta à Adivinha Diária Nº4

Resposta à adivinha anterior : R: Eletrão.


O eletrão é uma partícula subatómica que se encontra na nuvem eletrónica do átomo.

A massa do eletrão é de 9,1×10−31 kg ,1/1830 vezes menor do  massa do protão e a sua carga é de - 1,60x10-19 C.

Adivinha Diária Nº4

Adivinha Diária:

Ando a alta velocidade
Desapareço de repente.
Sem mim não há eletricidade 
Pois eu é que crio a corrente.
Sou de tamanho pequeno,
De correr tenho vontade,
Adivinhem que nome tenho 
No bilhete de identidade.

Fonte: Química,Boletim da sociedade Português de química publicação trimestral -Nº49-1993 
Adivinhas em química" por João Carlos M.Paiva, Escola Secundária de Penacova

Catarina Guerreiro
Iúri Silva
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Porque é que gosto de chocolate???

Curiosidade do dia:

O chocolate contém dois compostos deliciosos- triptofano e teobromina- Que reagem com o corpo para produzir hormonas que fazem as pessoa sentirem-se felizes e descontraídas.

O que é isto da química?, por Alex Frith e Dra. Lisa Jane Gillespie

Teobromina : estrutura molecular
https://www.thoughtco.com/theobromine-chemistry-structure-606832

Triptofano: estrutura molecular
http://www.daviddarling.info/encyclopedia/T/tryptophan.html


O chocolate já foi referido anteriormente, é feito de grãos de cacau que contêm teobromina, uma substância que pode ser extremamente prejudicial para os cães. Uma dose elevada de teobromina é capaz de lhes causar vómitos, problemas cardíacos, ataques epiléticos e até a morte. Os bombons para cães levam muito pouca teobromina, mas o chocolate preto e o culinário contêm demasiada teobromina para os cães.
Nota: Não dêem chocolate aos cães!

Catarina Guerreiro
Iúri Silva
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terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Resposta à Adivinha Diária Nº3

Resposta à adivinha anterior: Cloreto de sódio (NaCl), mais conhecido como sal.
Já agora...
Os cristais iónicos são constituídos por iões, apresentam ligações iónicas que mantém a suas unidades estruturais coesas. No geral, os compostos iónicos são duros mas quebradiços, não são voláteis e apresentam pontos de fusão e de ebulição elevados. No estado sólido são maus condutores de calor e de eletricidade.
São exemplos de cristais iónicos o NaCl (cloreto de sódio); LiF (fluoreto de lítio), AgCl (cloreto de prata) e ZnO (óxido de zinco), entre muitos outros...  Podem ser representados simbolicamente assim...

Em relação ao cloreto de sódio(NaCl)
apresenta as seguintes características/propriedades:
- ponto de fusão 801 ºC 
- ponto de ebulição 1465 ºC
- energia de coesão 779 kJ/mol
- massa molar 58,442 g/mol
- densidade 2,165 g/dm3
- cor branca com o seguinte aspeto
Retirado de:https://www.google.pt/searchq=cristais+de+cloreto+de+s%C3%B3dio&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ved=0ahUKEwij1b_nPbXAhVDtRoKHb2kBZUQ_AUICigB&biw=1366&bih=662#imgrc=4WKmQh9aLgd3fM:

As figuras seguintes são representações espaciais dos iões Na+ e Cl na rede (conjunto tridimensional de pontos repetidos regularmente) cristalina.

Passou à pouco tempo um documentário na RTP "Sal dinâmico" que apresentava uma das potencialidades da utilização dos Sal.

"O sal e a água do mar como fontes de energia no futuro
Poderemos satisfazer todas as nossas necessidades energéticas a partir da água do mar e do sal que ela contém? Será possível utilizar o sal como fonte energia em motores, fábricas e iluminação de cidades? Poderá ser esta a solução para deixarmos de usar combustíveis fósseis? Este documentário explora as últimas pesquisas sobre a água do mar e a forma como cientistas de todo o mundo estão a trabalhar na "Energia Azul". Esta é a pesquisa que pode trazer grandes mudanças ao nosso futuro."
Fonte: https://www.rtp.pt/programa/tv/p34391

Em breve apresentaremos um resumo...

Catarina Guerreiro
Iúri Silva
Raquel Reis
12ºN1

Adivinha Diária Nº3

Adivinha Diária

Na água,
Grande soluço dou.
Na mesa dou paladar
E sou bom a conservar.
Abundante sou no mar,
Nas lágrimas também estou.
Igualmente surjo em minas,
E também saio das salinas.
Trata-me toda a gente
Com três letras somente
Mas o meu nome real,
É um pouco diferente


Química,Boletim da sociedade Português de química publicação trimestral -Nº49-1993 
"Adivinhas em química" por João Carlos M.Paiva, Escola Secundaria de Penacova

Catarina Guerreiro
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segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Resposta à Adivinha Diária Nº2

Resposta à adivinha anterior : R: Lavoisier :"Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma"
                                                                                                                                                                -Lavoisier


Catarina Guerreiro
Iúri Silva
Raquel Reis

12ºN1

Adivinha Diária Nº2 :

Adivinha diária :

Lá que a massa total 
Dos reagentes será
Igual à dos produtos,
Duvidas não haverá.
Mas quem disse isto 
Muito esperto será.
"Qui a dit cela"


Química,Boletim da sociedade Português de química publicação trimestral -Nº49-1993 
"Adivinhas em química" por João Carlos M.Paiva, Escola Secundaria de Penacova
Catarina Guerreiro
Iúri Silva
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12ºN1  

Os diamantes não são eternos:

Os diamantes são usados nos anéis de noivado, como um símbolo de amor eterno. Vendem-se anualmente para a joalharia cerca de 5,4 mil milhões de euros em diamantes. Por esse montante podia-se comprar 30 000 carros desportivos de luxo e ainda sobrava para o combustível.
Para além da joalharia, os diamantes destinam-se também à indústria, onde são aplicados nas ponteiras de muitas ferramentas de corte, perfuração e polimento. Com efeito, o diamante é uma das substâncias naturais mais duras da Terra, embora não seja indestrutível.
Ao serem cortados e polidos até à obtenção das pedras preciosas empregadas na joalharia, os diamantes correm o risco de ficarem lascados ou rachados, além de poderem mais tarde estragar-se com o uso. Estas pedras são também suficientemente quebradiças (devido às ligações covalentes estabelecidas entre os seus átomos de carbono, cada átomo de carbono está ligado a 4 outros átomos de carbono por ligações covalentes simples, num arranjo tetraédrico, originando uma associação contínua de grande coesão(Fig1)) para ficarem despedaçadas com uma martelada.

http://www.chm.bris.ac.uk/webprojects2003/shanley/carbonallotropes/diamond.htm
Fig1
www.chm.bris.ac.uk


Catarina Guerreiro
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sexta-feira, 1 de dezembro de 2017





Como Jesus andava sobre as águas?
 R: Ele passava sobre as pontes de Hidrogénio.











Fonte: http://piadasnerds.etc.br/tag/quimica/page/4/

Grupo: Catarina Guerreiro
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Adivinha Diária Nº1

Adivinha Diária

Em substância elementar sou um gás bem explosivo. Estou nos hidróxidos com o "O" e aí sou abrasivo... Quem sou eu?

R: Hidrogénio!!

Grupo: Catarina Guerreiro
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sábado, 25 de novembro de 2017

Hidrogénio: O combustível do futuro

O hidrogénio é o elemento mais abundante no universo (75%). É incolor e inodoro.

Este elemento tem excelentes propriedades tanto como combustível quanto como transmissor de energia (1 kg de hidrogénio possui aproximadamente a mesma energia que 3,5 litros de petróleo ou 2,1 kg de gás natural ou 2,8 kg de gasolina). Pode ser obtido por múltiplas formas bastante eficazes: por eletrólise da água, por reforma de álcool e hidrocarbonetos (metanol, etanol, metano, gás natural e outros), etc. Assim, é considerado por muitos o ‘’combustível ideal’’.

Quando combinado com uma célula de combustível, o hidrogénio oferece uma produção de eletricidade silenciosa e de alta eficácia. Para além de que se poderia abrir o caminho para uma energia sem emissões poluentes, de casas até carros. Nenhuma tecnologia isolada oferece oportunidades tão amplas. 

O Hidrogénio, quando produzido por fontes de energia renováveis, a sua utilização através de células de combustível, é totalmente limpa, formando apenas como produtos da reação água e calor, não havendo quaisquer emissões de partículas, como monóxido de carbono, dióxido de carbono, óxidos de azoto e óxidos de enxofre, que são responsáveis por problemas ambientais tais como chuvas ácidas e o aquecimento global do planeta.

Sendo assim, o hidrogénio tem um grande potencial ambiental, fazendo parte de um ciclo de vida limpo, tornando-se um sério candidato a substituir a atual economia baseada nos combustíveis fosseis. Para que isto seja possível terá que se criar condições para a sua utilização tais como: produção de hidrogénio, armazenamento, transporte, distribuição do hidrogénio e utilização final do hidrogénio.

As principais formas de armazenamento do hidrogénio são: 
- Reservatórios de gás comprimido
- Reservatórios para hidrogénio liquido
- Hidretos metálicos (alta e baixa temperatura)
- Absorção de gás em sólidos
- Micro-esferas

As principais vantagens da sua utilização:
Veículos movidos a hidrogénio não terão motor a combustão. Os motores serão eléctricos, o que evitará a poluição do meio ambiente.
O processo de geração de energia é descentralizado. Não será necessário construir hidroeléctricas gigantescas. O hidrogénio pode ser produzido a partir de várias fontes: água, combustíveis fósseis e biomassa. Essa produção pode ainda ser feita com o aproveitamento da energia solar ou eólica.
Fonte renovável, inesgotável e não poluente. A produção de energia pode ser realizada em qualquer lugar.
A geração de energia por meio de pilhas a combustível é pelo menos duas vezes mais eficaz do que a obtida pelos processos tradicionais.

Curiosidade:
Hoje em dia, já várias empresas como BMW, Honda, Daimler Chrysler, Ford, Hyundai, Mazda, Nissan, Volkswagen, Ferrari, Toyota já construíram protótipos de automóveis a hidrogénio e alguns deles até já são comercializados porém ainda não a nível europeu. Existindo já também alguns pontos de abastecimento principalmente nos EUA onde é comercializado este combustível. Sendo que também já foi efetuado um teste pela empresa Boeing conseguindo assim uma aeronave a hidrogénio fazer um voo seguro, comprovando mais uma vez as capacidades deste combustível.




O grupo de trabalho:
Beatriz Neto n.º 3 12º N2
Filipa Cabano n.º 11 12º N2
Susana Mestre n.º 25 12º N2

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Reciclagem de pilhas e baterias

A reciclagem de pilhas e baterias é extremamente importante para o meio ambiente, pois esse tipo de material contém metais pesados no seu interior.
A cada ano, são fabricadas cerca de 800 milhões de unidades de pilhas ao redor do mundo.
As pilhas, quando descartadas de maneira inadequada, não se degradam no meio ambiente e causam prejuízos à saúde humana e à natureza.

A reciclagem de pilhas e baterias tem essencialmente duas vantagens:
- A primeira tem que ver com o facto de só se poder reciclar aquilo que é recolhido seletivamente. Logo, ao incentivar-se a recolha seletiva estamos a diminuir significativamente o risco de deposição descontrolada das pilhas e acumuladores usados, e a prevenir a possível poluição que daí pode advir.

- A segunda vantagem é a da sustentabilidade. Reciclar significa recapturar materiais (no caso das pilhas, Manganês, Zinco, Aço e Carbono), que voltam a ser usados em processos produtivos, sem que seja necessário retirá-los da natureza (diminuindo por exemplo a necessidade de recorrer à exploração mineira para a obtenção dos mesmos). Na prática, reciclar significa não gastar tão depressa as reservas daquilo que é para nós precioso. 


O cidadão desempenha um papel fulcral no sucesso de todo sistema ao depositar as suas pilhas e baterias usadas, nos canais disponíveis de recolha seletiva, que são:
- Os Pilhões colocados pelas Autarquias, nos seus Ecopontos e Ecocentros

- Os Pilhões disponíveis nos Hiper e Supermercados, Retalhistas e outras Entidades (Ecoparceiros).


Sem a tua colaboração na recolha seletiva não é possível separar as pilhas e acumuladores do restante lixo, não havendo nada para reciclar!

O grupo de trabalho:
Beatriz Neto n.º 3 12º N2
Filipa Cabano n.º 11 12º N2
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segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Mito metálico - O cobre é o melhor condutor de eletricidade

O cobre é um ótimo condutor de eletricidade.
Fazem-se com ele anualmente milhões de metros de fios elétricos.


O cobre permite a passagem da corrente elétrica sem grande perda de energia. Há bobinas com fio de cobre enrolado nos motores elétricos, geradores e eletroímanes. Encontram-se em aparelhos de todos os género, desde altifalantes até guindastes. Um automóvel de um tamanho mediano tem cerca de 1500 metros de fio de cobre.

Apesar de ser melhor condutor do que o ouro, o tungsténio, o zinco, o ferro e a maioria dos outros metais, não é o melhor de todos.

O prémio de melhor condutor vai para a prata, que é cerca de 7% mais condutora do que o cobre. A prata não é tão utilizada nas instalações elétricas como o cobre, por causa do preço elevado.

O grupo de trabalho:
Beatriz Neto n.º 3 12º N2
Filipa Cabano n.º 11 12º N2
Susana Mestre n.º 25 12º N2

domingo, 19 de novembro de 2017

Aula laboratorial - Construção de uma pilha com determinada diferença de potencial

Construção da pilha de Daniell
1. Colocar 80 mL de solução de CuSO4.5H2O, c=1,0 mol/L, num gobelé e 80 mL solução de ZnSO4·7H2O, c=1,0 mol/L, no outro gobelé.

2. Para a preparação da ponte salina, colocar a solução de KCl no tubo de vidro.

3. Colocar algodão embebido na solução de KCl nas extremidades do tubo de vidro.

4. Introduzir uma extremidade da ponte salina no gobelé que contém a solução de CuSO4.5H2O e a outra extremidade no gobelé que contém a solução de ZnSO4·7H2O.

5. Lixar cuidadosamente as lâminas de zinco e cobre, removendo impurezas e óxidos das suas superfícies.

6. Lavar as lâminas com água destilada e colocar a lâmina de cobre no copo com a solução de sulfato de cobre (II). Colocar a lâmina de zinco no copo que contém a solução de sulfato de zinco.

7.  Colocar um fio com o crocodilo na lâmina de zinco e outro na lâmina de cobre.

8. Ligar cada um dos fios ao voltímetro.

9. Esperar algum tempo e registar a leitura efetuada no voltímetro.

10. Registar a temperatura das soluções em cada copo.

11. Repetir todas as etapas do procedimento utilizando uma solução de ZnSO4·7H2O de c=0,5 mol/L.



Sem a ponte salina é impossível medir-se a diferença de potencial! 

A ponte salina tem duas funções: garantir o indispensável equilíbrio elétrico dentro de cada uma das soluções e fechar o circuito elétrico.
Como podemos ver no vídeo, quando se retira a ponte salina, o voltímetro deixa de marcar uma diferença de potencial no mostrador, ou seja, deixa de passar corrente elétrica. 

O grupo de trabalho:
Beatriz Neto n.º 3 12º N2
Filipa Cabano n.º 11 12º N2
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quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Uma pilha de limão põe uma lanterna a dar luz

Um bocado de cobre (uma moeda de cobre, por exemplo) e um bocado de zinco (um prego galvanizado, por exemplo) espetados nos sucos ácidos de um limão fresco criam de facto um pouco de eletricidade. 
Se ligasses fios vindos do zinco e do cobre a um pequeno altifalante, ouvirias uns ligeiros estalidos. É a eletricidade a chamar!

Os miliamperes (milésimos de ampere) são uma medida de corrente elétrica. Uma única pilha de limão poderia gerar uma corrente de 1-5 miliamperes, ao passo que uma lâmpada incandescente normal de lanterna requer entre 250 a 500 miliamperes para dar uma luz forte. Portanto, seria necessário um cesto cheio de limões a servir de pilhas para alimentar a lâmpada de uma modesta lanterna!
A maneira de fazer funcionar esta experiência recorre a um pequeno LED (díodo emissor de luz) dos que são empregues na eletrónica. Os LED exigem menos eletricidade para produzirem luz, mas mesmo um LED talvez precise de dois ou três limões.


O grupo de trabalho:
Beatriz Neto n.º 3 12º N2
Filipa Cabano n.º 11 12º N2
Susana Mestre n.º 25 12º N2

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Atividade laboratorial - Construção de uma pilha com determinada diferença de potencial elétrico

Preparação de soluções: 

  • 200 mL de CuSO4·5H2O, c=1,0 mol/dm3   R: 22-36/38  S: 2-22
  • 250 mL de ZnSO4·7H2O, c= 1,0 mol/dm3   S: 2/15-16
  • 250 mL de ZnSO4·7H2O, c=0,5 mol/dm3    S: 2/15-16
  • 100 mL de KCl,  c= 1,0 mol/dm3    S:2

Preparação de 200 mL de uma solução aquosa de sulfato de cobre (II) com concentração 1,0 mol/dm3

1. Medir 49,94 g de CuSO4.5H2O para um gobelé de 200 cm3 com o auxílio de uma espátula, usando uma balança digital. Registe o valor medido.

2. Dissolver todo o soluto usando parte do solvente e agitando com uma vareta de vidro.



3. Verter a solução para o balão volumétrico de 200 mL com o auxílio de um funil, lavando o copo, a vareta de vidro e o funil com solvente, para arrastar todo o soluto.



4. Adicionar água destilada até à marca.

5. Tapar e homogeneizar a solução.

6. Enxaguar um frasco com água destilada.

7. Enxaguar o mesmo frasco 3 vezes com pequena porções da solução preparada, rejeitando a solução de enxaguamento.

8. Verter a restante solução para dento do frasco e rotular com as seguintes indicações:
- Identificação da solução com respetiva concentração.
- Informação de segurança.
- Data.
- Identificação do grupo


Preparação de 250 mL de uma solução aquosa de Sulfato de Zinco com concentração 1,0 mol/dm3

1. Medir 71,89 g de ZnSO4·7H2O para um gobelé de 200 cm3 com o auxílio de uma espátula, usando uma balança digital. Registe o valor medido.

2. Verter o sulfato de zinco para o balão volumétrico de 250 mL com o auxílio de um funil, lavando o copo e o funil com solvente, para arrastar todo o soluto.

3. Adicionar água destilada até à marca.

4. Tapar e homogeneizar a solução.

5. Enxaguar um frasco com água destilada.

6. Enxaguar o mesmo frasco 3 vezes com pequena porções da solução preparada, rejeitando a solução de enxaguamento.

7. Verter a restante solução para dento do frasco e rotular com as seguintes indicações:
- Identificação da solução com respetiva concentração.
- Informação de segurança.
- Data.
- Identificação do grupo


Preparação de 250 mL de uma solução aquosa de Sulfato de Zinco com concentração 0,5 mol/dm3

1. Medir 35,95 g de ZnSO4·7H2O para um gobelé de 200 cm3 com o auxílio de uma espátula, usando uma balança digital. Registe o valor medido.

2. Verter o sulfato de zinco para o balão volumétrico de 250 mL com o auxílio de um funil, lavando o copo e o funil com solvente, para arrastar todo o soluto.

3. Adicionar água destilada até à marca.


4. Tapar e homogeneizar a solução.

5. Enxaguar um frasco com água destilada.

6. Enxaguar o mesmo frasco 3 vezes com pequena porções da solução preparada, rejeitando a solução de enxaguamento.

7. Verter a restante solução para dento do frasco e rotular com as seguintes indicações:
- Identificação da solução com respetiva concentração.
- Informação de segurança.
- Data.
- Identificação do grupo



A professora de química solicitou que preparássemos a solução que serviria para a ponte salina, utilizando uma balança analítica, para que praticássemos a técnica, embora para a atividade laboratorial que vamos realizar não fosse necessário.

Balança Analítica tem seu uso mais restrito, usualmente apresentam o prato para colocação de amostras protegido por portas de vidro corrediças, porque leves ou imperceptíveis correntes de ar podem levar instabilidade ao valor lido (conforme foi exemplificado pela professora) ou até induzir a um grande erro de leitura. Devido à necessidade de extrema precisão das medidas efetuadas, as balanças analíticas devem ter salas específicas para sua manipulação, com condições ambientais controladas (temperatura, humidade), bem como observadas as condições da rede elétrica de fornecer uma diferença de potencial dentro dos limites de tolerância especificados no manual de cada modelo.


Preparação de 100 mL de uma solução aquosa de Cloreto de Potássio com concentração 1,0 mol/dm

1. Medir 7,455 g de KCl para um vidro de relógio com o auxílio de uma espátula, usando uma balança analítica. Registe o valor medido.

2. Verter o cloreto de potássio para o balão volumétrico de 100 mL com o auxílio de um funil, lavando o vidro de relógio e o funil com solvente, para arrastar todo o soluto.



3. Adicionar água destilada até à marca.


4. Tapar e homogeneizar a solução.

5. Enxaguar um frasco com água destilada.

6. Enxaguar o mesmo frasco 3 vezes com pequena porções da solução preparada, rejeitando a solução de enxaguamento.

7. Verter a restante solução para dento do frasco e rotular com as seguintes indicações:
- Identificação da solução com respetiva concentração.
- Informação de segurança.
- Data.
- Identificação do grupo


Brevemente apresentaremos a construção da pilha de Daniell onde iremos utilizar estas soluções!

O grupo de trabalho:
Beatriz Neto n.º 3 12º N2
Filipa Cabano n.º 11 12º N2
Susana Mestre n.º 25 12º N2